Archive | July, 2009

FIM DO STROKES

15 Jul

Pra mim está mais do que comprovado. Se você ainda tem alguma dúvida, olha só:

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Julian Casablancas saí agora em projeto solo. Ele já pintava e bordava no Strokes mesmo, agora não vai mais precisar mandar em ninguém nem conviver socialmente com ninguém; tá tudo certo. Vai ser feliz meu filho!

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Nick Valensi. Esse virou fotógrafo de vez. Esquece.

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Baixista, né. Nikolai Fraiture também tem um projeto solo que ninguém nunca ouviu; nem ouviu falar.

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Albert Hammond Jr. o mais corajoso que saiu na frente de todo mundo e lançou seu disco solo e desde então tenta desesperadamente fazer sucesso com sua carreira independente dos Strokes. Hoje em dia namora a TOP Agyness, então quem sabe, agora ele consegue ne?

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Fabrizio, amigo de fé, irmao camarada. Brazucou de vez e largou as baquetas para ser frontman do Little Joy junto com seu hermano. Eles vem tocar no Brasil logo mais, virou tipo aquelas bandas de Metal que toca por aqui a cada 15 dias.

Eu me pergunto, pra que entrar em estudio para um proximo disco se todos parecem estar mais focados na carreira – fora- do Strokes?

Is this it??

THE END OF THE COOLEST BAND OF THE 2000’s.

QUER SE VESTIR COMO O JUSTICE?

14 Jul

Adoro quando moda e música se unem, afinal os dois já são mais do que co-relacionados e esta junção é quase sempre, inevitável. Banda legal e marca legal: Justice para Surface To Air. As duas, francesas, fizeram uma colaboração interesse onde a dupla de DJs criou uma mini-coleção para a marca e o resultado, bom, não podia ser MAIS ROQUEIRO.

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Jaquetas de couro, marca de todos os modernos nowadays.

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Eu quero uuuma!!

SUPER COOL NO VALOR

12 Jul

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A RUIVA GINGER

10 Jul

Quando meu ex-chefe do iTunes me manda um email da Inglaterra falando de um disco, eu sou obrigada a baixá-lo imediatamente para ouvir e ter o que dizer a respeito. Não só baixei como gostei muito da “dica” / “estamos vendendo pra caralho essa artista” LA ROUX. Várias bandas de “uma mina só” tem aparecido ultimamente no cenário pop, pop/rock e folk  que  fica complicado destinguir quem é POP, quem é HYPE e quem possivelmente VAI SER alguma coisa. É cedo para dizer que LA ROUX será alguma coisa representativa para o cenário ingles, mas da crítica ela é a favorita e, mais uma vez, a gravadora Polydor acerta em cheio e emplaca mais um album nas paradas britanicas. Ouso até dizer que a Polydor, da Universal, está mais para as gravadores indies do que as indies estão para a Major. Vários singles que antecederam o album “self-entitled” LA ROUX ‘Bulletproof’, ‘Quicksand’ e ‘In For The Kill’ causaram a impressão na midia que estavamos diante de algo realmente genuíno em meio a mulherada que predominou na cena musical inglesa dos ultimos meses.

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Mais diante de só bons singles, estamos diantes de uma figura andrógena, meio “boy-ish” que lembra Annie Lennox, a londrina de Brixton: Elly Jackson. Finalmente ela traz o frescor de alguém como a gíria britanica diria: down-to-earth. Pé no chão mais especificamente aqui no Brasil, porém a tradução correta na minha opinião seria alguém oposto a Lady GaGa e Katty Perry; mais estranha e pop que Ladyhawk, e menos “quero ser hippie mamãe” que Florence and The Machine. Nada muito chocante no estilo de LA ROUX pra mim, já que quase toda garota lésbica de Shorditch se veste como ela, mas  a postura um pouco anti-popstar fazendo o som mais pop de todos é o que choca quando se vê LA ROUX ao vivo. Do playboy de Chelsea ao mais alternativo de Bricklane passando pelas baladas de rock de São Paulo em que eu toquei ‘Fascination’ a reação é a mesma: dança, dança, dança e dança.

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A NME não podia ter idolatrado mais: “Remarkably, with this astounding debut, an unassuming 21-year-old from SW2 has revitalised a forgotten form to make one of the finest forward-thinking British pop albums of recent memory.” Enquanto para o debut de Florence, ‘Lungs’, a paixonite passou longe: “It may be breathtaking in places, but Flossie’s ‘Lungs’ are just a bit too full of bluster.” Um trocadilho com o nome do disco “Pulmões” cheios de bluster  – vento. Ou seja, salvas algumas faixas de tirar o folego o resto é puro ar. Poesias a parte, a moral da história é que hoje em dia não podemos acreditar no hype ( como já dizia a velha letra de música) e sim no que chega de mansinho, sem causar grandes falatórios. Estamos cansados de “divas POP” se ninguém percebeu AINDA, os novos ícones são menos sexappealing e mais reais: ruivas, baixinhas, feinhas… Na verdade, isso pouco importa, desde que a música, essa sim, seja mais real.

E O NOVO DO MSTRKRFT – Heartbreaker

4 Jul

FABULOUS PHOENIX

4 Jul

MINHA PRONUNCIA.

3 Jul

Tema recorrente destes dias, morte de Michael. Acho que até agora a ficha não caiu e eu estava seguindo “quase” calada sobre a morte do Rei do Pop. Sim, ele foi o Rei do Pop. Depois de ter lido muitas resenhas sobre a morte de MJ e visto algumas entrevistas na TV  resolvi me pronunciar sobre o assunto. Fico ainda chocada com a necessidade de crítica por parte dos críticos. Ele foi ou não foi o maior de todos os tempos? Me desculpem leitores deste post, mas ele FOI SIM O REI DO POP. Posso enumerar motivos:VOZ. Voz inconfundível, única, de estilo próprio, marcante. Não precisava de efeitos nem de backing vocal a voz de MJ era a VOZ que por sí própria dava conta do recado.DANÇA. MJ criou uma nova maneria de dançar. A Madonna é instruida por coreógrafos, dança muitissimo bem, mas ela inventou o MOON WALK? MJ não precisava de bailarinos, sozinho no palco, o show já era suficiente. ESCANDALOS. Toda carreira é recheada de escndalos e por mais bizarros que eles fossem, a carreira de MJ se renovou a cada aparição dele na midia. VARIOS HITS. Thriller meus senhores, não foi o unico hit de Michael e ele não passou a carreira inteira tentando superar esse sucesso como alguns andam dizendo por ai. De muitos hits se fez a carreira de Michael, na verdade, pra mim, ele foi um hit maker isso sim. Não consigo nem inumerar seus hits de cabeça de uma só vez.

Infelizmente ele foi mais uma vítima do sucesso, traumatizado por um pai ESCROTO (desculpem a palavra) não teve infancia e viveu aprisionado o resto da vida. Acredito honestamente na inocência dele, quanto a pedofilia, quanto a sua índole. Nos EUA se voce der a mão pra uma criança voce é acusado de pedofilia. A morte de MJ representou muita coisa, o fim de uma era da musica que foi sem duvida uma das mais brilhantes, quando os artistas era realmente talentosos. Disso ninguém pode duvidar. O talento é indiscutivel, como a sua musica que vai ficar aqui. Pra todos nós, pra quem quiser ouvir.

A arte é imortal, graças a Deus.

MichaelJackson